quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sétima lei espiritual do sucesso: A Lei do Darma ou do Propósito de Vida

Darma- Do sânscrito: Propósito de vida.

§ O que a Lei afirma?
- Somos seres espirituais que assumem forma física para cumprir um objetivo. Todos nós possuímos um objetivo, um talento singular ou especial para dar aos demais.
- Quando associamos o talento singular com o serviço aos outros, experimentamos o êxtase e a euforia de nosso espírito.



§ Essa lei encerra três componentes:
1) Cada um de nós está aqui para descobrir seu verdadeiro EU. Somos seres espirituais ou divindades disfarçadas;
2) Cada um de nós tem um talento singular e estamos aqui para expressá-lo. Esse talento é tão exclusivo que nenhum outro ser vivo possui igual, tampouco a expressão dele;
3) Estamos aqui para servir com nosso talento aos seres humanos, nossos semelhantes. Lembre-se sempre da questão: "Como posso ajudar a todos aqueles que eu entrar em contato?"

*A lei do dharma implica no nosso destino exlusivo, lugar que ocupamos no plano cósmico. Implica na mudança de consciência que começa quando nos alinhamos com a nossa visão mais elevada, e então, nos tornamos sua manifestação.

§ Para vivenciar a Lei:
- Procurar o Eu superior através da prática espiritual;
- Encontre seus talentos exclusivos;
- Prestar serviço à humanidade com a expressão dos seus talentos:"De que modo posso ajudar?"; "Como posso servir?" essas respostas lhe ajudarão a servir com amor aos seus semelhantes.

Para entender mais sobre a Lei do Darma no Youtube, clique aqui!

Com essa lei fechamos com chave de ouro as "Sete leis espirituais do sucesso". Muito sucesso a todos!!!!! S2

Lembre-se sempre: “Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito!”


Carolina Bagnariolli
@projetocorpomenteespirito
@carolbagnariolli

Fonte:  As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Chopra

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

FISIOTERAPIA: Reabilitação P.O. LCA

Olá pessoal!!!

Vamos falar um pouquinho sobre a reabilitação do pós-operatório do ligamento cruzado anterior? Como vimos, essas lesões são bastante comuns, e é importante que nossos pacientes sejam orientados da melhor maneira possível.

Um estudo de Pimenta T.S. et al, 2012, nos mostrou que existem inúmeros protocolos de reabilitação para esse tipo de pós-operatório. Todos eles possuem um único objetivo: dar ao paciente as mesmas capacidades funcionais do membro que não foi submetido à cirurgia.

Por este motivo, acho que antes de você montar um protocolo a ser seguido, é necessário que você estude a fundo as características da população que você atende, focando em um tratamento adequado para o seu tipo de doente. Outra coisa que também é muito importante, é conversar com o médico responsável. Alguns médicos liberam descarga de peso parcial no dia seguinte, enquanto que outros preferem ter mais cautela quanto a isso. É muito importante saber o que o cirurgião tem de programação para o doente, e após esse esclarecimento, você pode montar a sua proposta terapêutica e conduta em relação ao paciente.



Feito isso, podemos aqui enumerar alguns trabalhos que são fundamentais no tratamento desse tipo de doente:

1) Mobilização de patela e fortalecimento isométrico de musculatura nos 15 primeiros dias de pós-operatório. Trabalhar a amplitude de movimento (ADM) passiva e/ou ativa, até o limite que o médico estabelecer;

2) Fortalecimento muscular com carga progressiva;

3) Treino de marcha sem dispositivo auxiliar (de acordo com liberação do médico);

4) Trabalho de ganho de ADM progressiva de acordo com liberação médica;

5) Analgesia durante todo o trabalho -> orientar sobre a crioterapia e elevação do membro para diminuição da dor e edema, caso o último exista;

6) Propriocepção: geralmente liberado após o segundo mês de cirurgia.

Muitos cirurgiões também recomendam a hidroterapia, e após aproximadamente 6 meses estão liberados para a musculação, natação, caminhadas. O retorno à atividade física dependerá do desempenho de cada paciente durante a reabilitação, e mais uma vez, da liberação do médico responsável.

Importante enfatizar mais uma vez que o tratamento fisioterapêutico deve estar alinhado com o médico cirurgião para que não haja nenhuma discordância. Caso você trabalhe em algum lugar onde todos os pacientes são operados pela mesma equipe, desenvolva com a equipe médica um protocolo a ser seguido, o que facilitará os seus atendimentos.

ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica e/ou fisioterapêutica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico/fisioterapeuta da sua confiança.

“Lembre-se sempre: Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito.”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli

@carolbagnariolli
@fisioterapiaortopedica


Fontes:
1) Pimenta TS. Protocolos de tratamento fisioterápico após cirurgia do ligamento cruzado anterior. Acta Biomedica Brasiliensia / Volume 3/ nº 1/ Junho de 2012.
2) Rêgo AS. Atuação da fisioterapia no pré e pós-operatório de reconstrução de ligamento cruzado anterior. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, Edição Suplementar 1, São Paulo, v.8, n.46, p.367. 2014. ISSN 1981-9900.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

FISIOTERAPIA: Cirurgia do Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

Bom, hoje vamos falar um pouquinho sobre a cirurgia que é realizada após a lesão do ligamento cruzado anterior (LCA). É uma cirurgia simples, porque geralmente é realizada por via artroscópica, onde não há a necessidade de abrir a articulação.

A anestesia realizada geralmente é raquianestesia (aquela que o paciente não sente nada da cintura para baixo), e além disso, o paciente recebe uma sedação, onde dormirá durante o procedimento.

Logo no início da cirurgia, é colocado um garrote na raiz da coxa para conter o sangramento durante todo o procedimento, e é por esse motivo que a mobilização precoce é importante, afim de evitar a trombose venosa profunda. O uso de meia elástica também tem grande importância no pós cirúrgico, pelo mesmo motivo. Os anticoagulantes são administrados de acordo com o perfil de cada paciente e se houver necessidade, baseando-se no protocolo da instituição.

Para o enxerto: É feita a retirada de um tendão do próprio paciente, através de uma incisão na parte parte interna da coxa, logo abaixo do joelho. Os tendões mais utilizados são: semitendíneo e grácil dobrados, tendão patelar com fragmentos ósseos, ou tendões flexores (os isquiotibiais).

Vias de acesso: Para a colocação do enxerto são necessários túneis ósseos, tanto na tíbia, quanto no fêmur. A maioria das cirurgias são realizadas por artroscopia, onde não é necessário a abertura da articulação.
Com a artroscopia, são realizados dois furos na região anterior do joelho e durante toda a cirurgia é infundido soro fisiológico para que a cápsula articular fique inflada, facilitando a visualização da articulação através da câmera. Através desses furos as estruturas no interior do joelho são manipuladas através de pinças especializadas para esse tipo de cirurgia.

Fixação do enxerto: Após a confirmação da lesão do LCA, ele é ressecado (retirado). O enxerto do tendão é colocado e para que haja um cicatrização do enxerto nos túneis confeccionados, o enxerto necessita ser fixado da maneira mais rígida possível. Para essa fixação, existem uma série de dispositivos, que dependerá da escolha do cirurgião, bem como o enxerto a ser utilizado.

                      Fonte: http://adrianoleonardi.com.br/


Pós-operatório: Após a fixação correta do enxerto, este cicatrizará dentro dos túneis ósseos criados, passando por um período de revascularização e repopulação celular, o que é chamado de ligamentização. É muito importante que nesse período o paciente realize a reabilitação através da fisioterapia, lembrando de tomar todos os cuidados pós-cirúrgicos.

ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica e/ou fisioterapêutica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico/fisioterapeuta da sua confiança.

“Lembre-se sempre: Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito.”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli
@carolbagnariolli
@fisioterapiaortopedica





Fontes:
- http://adrianoleonardi.com.br/
- http://ligamentocruzadoanterior.com/2012/07/cirurgia-do-lca/






terça-feira, 6 de dezembro de 2016

FISIOTERAPIA: Lesão de Ligamento Cruzado Anterior

O ligamento cruzado anterior  (LCA) é um ligamento do joelho, estrutura fundamental da articulação, visto que ele estabiliza o joelho e garante a função da nossa articulação.  A lesão desse ligamento é a lesão mais comum do joelho, acometendo principalmente indivíduos jovens e ativos. Geralmente, quando ela ocorre, além de dar instabilidade para articulação, ela também causa dor e impede em muitas vezes que o indivíduo continue a prática esportiva.



Vamos entender quais são os mecanismos dessa lesão:
- A maioria das lesões ocorre com leve flexão do joelho e varo, com rotação externa do fêmur; 
- Pode acontecer uma lesão quando joelho está em flexão e valgo, com rotação interna do fêmur; 
- Na corrida a lesão pode estar associada à mudança de direção, rápida desaceleração, paragem espontânea e movimentos de torção;
- Nos saltos, a lesão ocorre de acordo com a forma de como você chega no solo.

Essa patologia é muito comum em pessoas com idade entre 20 e 30 anos, que apresentam diminuição da força músculo-esquelética, que possuem alterações anatômicas e falta de coordenação. Vale enfatizar que a maior parte dessas lesões ocorre durante a prática esportiva.

Edema, dor, aumento da temperatura no local, vermelhidão são sinais e sintomas que seu corpo está mandando para dizer que algo está errado ali. Algumas pessoas relatam um “estalido” no momento da ruptura do tendão.

Na maioria dos casos, quando a lesão do ligamento é total, a cirurgia é o tratamento mais recomendado, sendo necessária a reabilitação após o procedimento. A cirurgia é feita por via artroscópica, e o paciente geralmente recebe alta no dia seguinte. A descarga de peso do membro no pós-operatório varia de acordo com as orientações do cirurgião ortopedista.

Vale ressaltar que nunca é demais se prevenir, portanto, não deixe de manter suas musculaturas fortalecidas, realizar um treinamento neuromuscular e trabalhar a propriocepção.

Dicas da Carol:
1) Procure um médico de sua confiança caso apresente algum tipo de torção no joelho que tenha limitado as suas funções;
2) Prevenir é sempre o melhor remédio! =)


“Lembre-se sempre: Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito.”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli
@carolbagnariolli
@fisioterapiaortopedica


ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica e/ou fisioterapêutica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico/fisioterapeuta da sua confiança.


FONTES:
- Lesão do ligamento cruzado anterior: tratamento e reabilitação. Perspectivas e tendências atuais. Revista Brasileira de ortopedia, 2012.
- Prevenção de lesões do ligamento cruzado anterior em futebolistas. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 2009.
- Protocolos de tratamento fisioterápico após cirurgia do ligamento cruzado anterior. Acta Biomedica Brasiliensa, vol. 3, n.1, 2012.




quarta-feira, 30 de novembro de 2016

FISIOTERAPIA: Reabilitação da Síndrome da Dor Patelofemoral (SDPF)

Oi pessoal!!! Já falamos aqui anteriormente sobre a SDPF, e comentamos que hoje em dia é muito difícil alguém NÃO reclamar sobre uma "dorzinha" no joelho. A etiologia ainda não é totalmente certa, mas alguns estudos descrevem algumas possíveis causas:

1) Desequilíbrio muscular entre o vasto medial oblíquo e o vasto lateral;
2) Fraqueza da musculatura de glúteo médio;
3) Diminuição da mobilidade do tornozelo;
4) Alterações estruturais do próprio individuo.

É claro que a prevenção é o melhor remédio, mas uma vez que você e/ou seu paciente apresenta essa patologia, como tratar???

Dei uma pesquisada e existe inúmeros estudos com "n" formas de tratamento. Desde a quiropraxia até o taping. É claro que dentro do seu consultório, você pode montar um protocolo de atendimento para essa patologia, mas acredito que mais importante que isso, devemos olhar para o paciente "individualmente". O que pode funcionar para um, pode não funcionar para o outro.

Outra coisa que também é descrita nesses estudos é que quanto mais rápido o paciente tratar a patologia, melhor é o prognóstico. Mas por que? Porque quando o paciente não trata a área afetada e mantém suas atividades normalmente, ele pode "forçar" ainda mais a articulação, podendo desenvolver uma condromalácea e posteriormente até uma artrose.

Mas vamos lá, um consenso que houve em todos os estudos foi:

1) Fortalecimento  global da musculatura de MMII, lembrando da importância de fortalecer rotadores e abdutores de quadril;

Ao meu ver, algo que também auxilia bastante são os alongamentos, uma vez que a maioria das pessoas que apresentam dores no joelho, são indivíduos com encurtamento muscular.

Dentro do seu tratamento, cabe você decidir se complementa o atendimento com eletroterapia para alívio da dor, com taping, osteopatia, quiropraxia, acupuntura e etc.
Mas é claro! Não esqueça que necessita ser um profissional habilitado para isso!!!!

ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica e/ou fisioterapêutica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico/fisioterapeuta da sua confiança.


Lembre-se sempre: “Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito!”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli
@fisioterapiaortopedica
@carolbagnariolli
@projetocorpomenteespirito


Fonte:
1) Revista Movimenta ISSN: 1984-4298 Vol 6 N 3 (2013)
2) ACTA ORTOP BRAS 16(3:180-185, 2008)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

FISIOTERAPIA: Reabilitação de Lesão de Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Já falamos sobre como podem ocorrer as lesões do LCP, e agora vamos entender como segue a sua reabilitação. é importante lembrar que a maioria das lesões de LCP não ocorrem de forma isolada e geralmente há lesão de mais de um ligamento ou até mesmo fratura óssea. Nesses casos, a reabilitação se dá de acordo com a lesão mais grave. Por exemplo, se num trauma acontecer lesão do ligamento cruzado anterior (LCA) e do LCP, a reabilitação segue as diretrizes do LCP.



TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS-OPERATÓRIO DE LCP

1) Minimizar a imobilização;
2) Progressão funcional da articulação;
3) Individualizar a reabilitação

É importante ressaltar que o contato com o médico cirurgião é de extrema importância, pois é ele que vai liberar com quantas semanas o paciente poderá realizar a descarga de peso. Isso dependerá da gravidade da lesão, da qualidade do enxerto e do tipo de fixação que foi realizado. Essa interação é muito bacana, pois geralmente os pacientes apresentam melhores resultados quando os profissionais atuam em conjunto. Podemos colocar de forma ampla as seguintes considerações:

-> 1∘ à 6∘ semana: Preocupação em evitar a translação posterior da tíbia em relação ao fêmur - ação a fim de evitar frouxidão do enxerto
- A descarga de peso pode ser liberada em duas semanas com o uso do brace rígido, evitando posteriorização da tíbia.;

-> 7∘ à 16∘ semana: incremento de exercícios de carga gradual, objetivando o aumento da resistência e força muscular;

Silva KNG et. al, descreveram um protocolo para a reabilitação da lesão, em um estudo de caso que foi publicado no ano de 2010. A reabilitação consistiu em três fases: terrestre, aquática e sensório-motora.


Fonte: Acta Ortop Bras. 2010; 18(3):166-9



Fonte: Acta Ortop Bras. 2010; 18(3):166-9

VALE RESSALTAR MAIS UMA VEZ que para atuar com esse protocolo, os fisioterapeutas devem conversar com o médico responsável para verificar se esse protocolo é viável para o paciente em questão.

ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica e/ou fisioterapêutica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico/fisioterapeuta da sua confiança.


Lembre-se sempre: “Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito!”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli
@fisioterapiaortopedica
@carolbagnariolli
@projetocorpomenteespirito



Fontes:
1) Silva K.N.G. reabilitação pós-operatória dos ligamentos cruzado anterior e posterior - Estudo de caso. Acta Ortop Bras. 2010; 18(3):166-9
2) Rodrigues J.B; Fonseca F. Rotura isolada do ligamento cruzado posterior. História Natural, Tratamento e reabilitação.



SAÚDE FÍSICA: Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

No dia 23/11 comemora-se o dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. A data tem como objetivo estimular as ações preventivas e educativas em relação à doença.


=> O que é?
O câncer infantil corresponde a grupo de várias doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de célular anormal e que pode ocorrer em qualquer local do organismo.

=> Tipos mais comuns:
- Leucemias;
- Sistema nervoso central;
- Linfomas (sistema linfático).

=> Estimativas:
Estima-se que ocorrerão carca de 12.600 casos novos de câncer em crianças e adolescentes no Brasil por ano em 2016 e 2017, sendo o maior número de casos novos no Sudeste e Nordeste.

=> Tratamentos:
Nas últimas décadas, houve um progresso importante no tratamento do câncer na infância e na adolescência. Hoje, cerca de 70% das crianças e adolescente acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.


=> Prevenção:
Devido o progresso no tratamento, é importante estimular a criança a ter hábitos saudáveis. Além disso, faça visitas regulares ao pediatra e qualquer sinal e sintoma diferente, procure um médico.

A prevenção é o nosso melhor tratamento!!!!


Lembre-se sempre: “Para uma vida saudável, cuide da saúde do seu corpo, da sua mente e do seu espírito!”

Fisioterapeuta Carolina Bagnariolli
@carolbagnariolli
@fisioterapiaortopedica
@projetocorpomenteespirito

ATENÇÃO: As informações existentes neste blog pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Essas informações são de caráter educativo, por isso, em caso de dúvidas, não hesite em realizar sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.


Fonte: Inca